Dude, where is my blog?

Nerdices, dentro de um balde!

Avatar perdeu o oscar, o que significa que eu estou positivamente feliz no dia de hoje, apesar de eu ter quase certeza que ele ia ganhar, afinal é uma baita propaganda para as tvs full hd viera da panasonic. De todo jeito estou animado e pronto para falar mal da próxima coisa sabendo que a academia concorda comigo BITCHES!

Hoje vou falar de um site que conheci outro dia, via alguem do orkut que adicionou um quadrinho dele e eu posso falar algo, que merda.

Na verdade esses quadrinhos não se enquadram na categoria piada, sendo apenas ruins.

A primeira coisa a se dizer é que o site é uma cópia do cyanide & happiness, o que não é grande problema sendo que 30% da internet é cópia (50% é de spam e 20% de trollagem), mas da cópia eles pegaram os bonecos palitos apenas, porque ao invês de pegar o humor negro, politicamente incorreto e sarcastico dos quadrinhos originais esse pedaço de lixo digital  fez quadrinhos simplesmente baseados em gore e piadas prontas.

Compare como cada autor utiliza o gore em suas piadas.

Alêm de ser uma cópia tosca, o site adora piadas que apareceriam no “A praça é nossa”, ou seja, personagens estereotipados fazendo a mesma coisa infinitamente, tem um eminho que é gay, um palhaço filho-da-puta…todas essas merdas. Isso de certa forma me explica como aquele programa sobreviveu tanto tempo na TV, afinal enquanto eu escrevo esse artigo tem 520 pessoas vendo o site e possivelmente rindo a cada vez que aparece sexo em algumas das tirinhas.

Acho que foi porque eu vi esse filme ontem, mas com certeza esse site teria mais acessos no mundo que o filme retrata.

É isso ai pessoal, e não se esqueçam, para viver feliz e contente no mundo atual você tem duas opções: Não aprenda nada ou esqueça metade do que você sabe quando entrar em contato com outros seres humanos, porque ai todos poderemos olhar apra a figura abaixo e falar:

HAHAHAHA, cagando, HAHAHAHAHA

Olá galera, meu nome é Eduardo, mas sou mais conhecido como Lowtech. Esse é o meu primeiro review (de outros que irei fazer), e a convite de um amigo, estarei na medida do possível fazendo reviews de games que gosto e tenho jogado atualmente. Espero que curtam
Abraços e até o próximo review.

Front Mission
Lançamento: Fevereiro de 1995
Desenvolvedora: G-Craft
Distribuidora: Squaresoft
Plataforma: Super Nintendo

Front Mission é um stratregic turn based RPG, na qual o tema do jogo envolve batalhas com Wanzers, (abreviação de Wanderung Panzer, que em alemão significa “tanque que anda”) um tipo de mecha como é conhecido no jogo.
A trama se passa no ano de 2090 na ilha fictícia de Huffman, localizada no pacífico e mostra os conflitos entre a O.C.U. (Oceanic Community Union) e U.S.N (United States of the New Continent), na qual descobre que a U.S.N desenvolvia ilegalmente um certo tipo de Wanzer com inteligência artificial na qual era usado os cérebros humanos dos melhores soldados.

A história.

Você esta na pele do Tenente Royd Clive, tenente das forças terrestres do exército da O.C.U. (Oceanic Community Union), e junto com Ryuji Sakata e Karen Meure (noiva de Royd) investigam um depósito da U.S.N na provincía de Larcus da ilha Huffman, e quando menos se esperam, eles caem numa cilada, na qual Karen é tida como morta, a U.S.N explode todo o depósito, e Royd e Ryuji são acusados de provocar a explosão, tendo inicio a Segunda Guerra Huffman.
Royd e Ryuji são dispensados do exército da O.C.U, sendo recrutados posteriormente pelo Coronel Guri Olson e entra para o grupo mercenário Canyons Crows, com o objetivo de descobrir o que a U.S.N está tramando, e, entre outras coisas, encontrar o paradeiro de Karen.
No decorrer do jogo, outros membros são recrutados para ajudar na causa, e a trama caminha para novos rumos, que incluem traições, busca de parentes perdidos e ambições individualistas.

O jogo.

Front Mission usa elementos de RPG em turno com estratégia, através de um sistema de apontar e escolher o local do mapa.
No decorrer da trama, novos locais no mapa estarão disponíveis, que normalmente é cada cidade da ilha, e em cada uma tem uma loja na qual você pode comprar peça para melhorar o seu Wanzer e também do seu grupo.
As missões se limitam a proteger certo artefato ou unidade e destruir todas as unidades inimigas, sendo essas a maioria
Os Wanzers são constítuidos de 4 partes separadas: braço direto, braço esquerdo, pernas e corpo, que pode ser configurada de forma independente uma da outra.
Cada parte tem sua própria função e pontos de vida: os braços permitem o uso de armas nas mão e no ombro; as pernas são a esquiva de dependendo do tipo que configurar, pode andar mais, ou menos, pode pular muros ou andar melhor nas areias do deserto; o corpo é a parte vital do Wanzer, uma vez destruído, o jogador perde, mesmo que as outras partes estejam intactas.
Existem 2 tipos de Wanzer (ofensivos e defensivos) e 3 tipos de armas (ataque corpo a corpo, curta distância e longa distância)
As armas de ataque corpo a corpo são bastões, socos ingleses e o próprio braço do Wanzer; as de curto alcance são rifles, metralhadoras lança chamas e espingardas e as de longo alcance são bazucas, lança granadas e lançadores de mísseis.
É importante usar os tipo de armas certos para cada tipo de Wanzer, caso contrário terá um desempenho pouco utilizado.
Conforme vai avançando no jogo, você e sua equipe vão ganhando experiências que podem adquirir habilidades conforme o tipo de Wanzer, e também terá um caminhão de suporte para poder recarrergar as armas e energia.
Front Mission ganhou remakes para Wonderswan Color, Playstation e Nintendo DS, tendo os diferenciais o gráfico um pouco mais polido, a música remixada e um outro lado da história, tendo a possibilidade de jogar pelo lado da U.S.N e ver um outro ponto de vista de história. O jogo lembra muito Final Fantasy, principalmente na tela de combate, e possui ótimos gráficos, história intrigante e intensa e a música segue o padrão de qualidade da Square, sempre fantástica e muito envolvente.

Recomendados a todos que gostam de um bom game de estratégia e JRPG.

Nota: 9.0

EMO…RROIDAS

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Não adianta negarem, pois moda é algo que vem e vai ao longo de tempo, por mais que eu não entenda muito disso. Eu na minha nerdisse sou impedido por razões naturais de entender qualquer coisa sobre moda e relacionados, a ponto de ter uma simples camiseta, uma calça e um par de tênis eu estou contente. Passo pela rua e vejo os mais diversos estilos de cortes de cabelo que já vi na vida. Que vão desde um simples cabelo baixo até as maiores bizarrices que a sua mente fértil pode imaginar. Nessas horas me sinto superior pelo fato de poder chegar em um barbeiro qualquer e falar “Corta aí!”.

Mas a moda que quero dizer não é essa que trata de tecidos e cortes de cabelo. Não senhor. Essa moda são estilos de vida, estilos de pensar, que vem e vão, assim como outras coisas que não me vem em mente no momento, mas você deve saber alguma outra coisa que vem e vai. Enfim… Andei lendo alguns clássicos da nossa literatura, o que não sou muito afim, mas minha curiosidade foi maior. E para meu espanto, a leitura não me decepcionou. Muito pelo contrário. Aliás, recomendo à todos o livro Noite na Taverna de Álvares de Azevedo. Conta histórias de vários bêbados em uma taverna (obviamente) contando suas tristes histórias. Resumindo: se você ler o livro, encontrará várias histórias, e todas falam de sexo, orgias e mortes nas mais variadas situações.

Onde quero chegar? Esse livro foi escrito na época do Romantismo. Mais especificamente nos moldes do Romantismo Byroniano. Byron foi o precursor dos emos, então se alguém deve ser amaldiçoado, é ele. Todas suas histórias e histórias inspiradas em suas histórias falavam de tristeza, morte, como a vida é cruel… Enfim, essas gayzisses todas.

Então há alguns anos atrás surgem um bando de gente com unhas pintadas, cabelo na frente dos olhos, todos de preto, chorando pelos cantos e maldizendo a vida. E mesmo assim se acham estrelas da atualidade e as últimas bolachinhas do pacote. O pior é que a moda pegou e até hoje tenho o desprazer de cruzar por umas almas do tipo por aí…

Aí vem uns dizendo ser um estilo novo e não sei mais o quê… Novo uma pinóia! O que essas dark bixas fizeram foi reinventar a roda. Melhor, pegaram ela e pintaram de preto com umas caveirinhas. Enfim emos são um bando de fakes. São uma mescla de estilos como os byronianos, góticos e principalmente os gays.

Como resolver isso? Se eu tivesse essa resposta eu não estaria escrevendo esse artigo no momento. Estaria pelas ruas com uma boa espada arrancando cabeças! (Samurais assassinos do mal! Yeah!) Alguns dizem que é uma doença, mas normalmente doenças têm cura… A parte boa? É poder zuar eles de monte, o que não resolve, mas nos proporciona boas risadas.

Olá novamente amiguinhos, como aparentemente vocês gostaram do antigo post sobre lua nova, nos preparamos uma nova zoação, dessa vez com um filme mais cheio de mimimis (O Jonathan vai ficar triste quando vir isso maaas)

Como devemos ver AVATAR:

(em audio dessa vez!)

Parte 1 – Ninguem respeita um cara na cadeira de rodas

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Parte 2 – Lapada na rachada

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Parte 3 – Explosões

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Baixáveis:

vh_e_urtiga_avatar_parte1

vh_e_urtiga_avatar_parte2

vh_e_urtiga_avatar_parte3

Ver filmes ruins já está virando um hobby para eu e o vh, será que isso nos faz loucos? De todo jeito espero que todos aprovem nossa singela homenagem ao futuro ganhador do oscar de melhor filme, e se ele não ganhar nós podemos falar que já tinhamos avisado.

ps: o próximo braimstorm que acontecer no msn e tivermos outra idéia genial como esse acho melhor eu tirar meu corpo fora e resolver não fazer nada

Com a expectativa sobre o lançamento do novo jogo da série God of War, as pessoas por todas as partes começam ficar animada com o lançamento de mais representante do novo mundo dos jogos: Jogos extremamente simples, com muitos cutscenes para parecer um filmes, num clima mamãe quero ser dark e com a tradicional violência desnecessária. Isso é uma marca básica dos jogos que fazem sucesso atualmente, fps extremamente lineares que são apenas andar e atirar como Modern Warfare 2 ganham pontuações incríveis dos sites especializados, alem de conseguir atenção da mídia com a violência extrema e as cenas de conotação sexual envolvidas neles (publicidade gratuita sempre ajuda), e rpgs como Fallout 3, no qual, você pode facilmente matar qualquer pessoa no jogo com um taco de baseball são escolhidos como melhores do ano, e isso não tende a melhorar.

Mas vamos nos focar em God of War, e falar apenas o que tem de ruim nesse pedaço de merda.

Esse é Kratos, ele é um cara invencivel com uma arma infalivel…e infelizmente não é o ultimo boss.

História:

O que se pode dizer da história? Só se pode confirmar que Dan Brown e o nacional Paulo Coelho estavam certos o tempo todo, o segredo de uma história popular está em Magia, Mistério e História. O conceito é simples, pegue uma parte da história (lembrando que ela tem que se uma parte “obscura” para a população comum), coloque um monte de objetos ou pessoas mágicas, e bote um mistério qualquer (como descobrir da onde vem a magia, da onde o protagonista vem…) e pronto, está feito. É claro que como isso é um jogo também é necessário uma desculpa para a violência desnecessária (não é que eu não goste de uma boa ação, mas ou você inventa uma desculpa decente ou você simplesmente não inventa uma história idiota).

E eles não podiam dar pelo menos um capacete para Atenas? Assim ela parece mais o Gordon ou o Magico de Oz.

Jogabilidade:

Se eu pudesse descrever a jogabilidade de God of War em duas palavras, elas seriam: Tuitar Hero. O jogo se baseia apenas em fazer algo sincronizado o bastante para você ver a melhor cena possível. Contra os soldados básicos tudo que você precisa é sair correndo batendo neles, porque eles parecem não querer oferecer o mínimo esforço para tentar desviar dos golpes ou até acertar você, eles seriam aquela parte do guitar hero onde você fica segurando a mesma nota por um tempo, nos monstros maiores e para fazer coisas especiais tudo que acontece é aparecer um monte de teclas pela tela as quais ou você tem que apertar na hora certa, ou apertar seguidamente…seria uma espécie de mini-game do Mario Party bizarro, bizarro porque Mario Party é um jogo meia-boca para quando você e seus amigos estão sem nada o que fazer no final de semana, Guitar Hero é apenas um artifício para as pessoas acharem que sabem tocar guitarra e God of War tecnicamente é um jogo de “aventura”, para mim, só se for aventura estilo point-and-click…e se for assim prefiro os joguinhos do newgrounds que são de graça e não demoram tanto tempo para acabar.

Jogue God of War 3, inúmeros mini-games irritantes apra você jogar sozinho!!

Dificuldade:

Bem, isso é algo que você não vai ver nesse jogo, talvez você tenha que voltar parte de um caminho para pegar algo, ou talvez você precise andar no mapa a esmo pelo próximo lugar ir, mas n ão existe verdadeiro desafio nesse jogo, exceto é claro bater as teclas no momento certo….como no Califórnia Games (que outra vez era um jogo para chamar os amigos para destruir o controle)

Kratos em uma luta feroz contra Poseidon.

Sons:

As músicas e sons não são um grande problema nesse jogo, a única coisa que eu acho estranho é que as vezes você está lá parado coçando o pé e está tocando uma música épica e as vezes você está em uma “batalha” (que nesse jogo pode ser traduzido como você fazendo os outros de putinha) e está uma musica calma….o que até que faz sentido, afinal quando você está andando aleatoriamente é a hora mais perigosa do jogo, afinal você pode ser tragado para alguma cutscene.

Em God of War 3, até as lutas serão em cutscene, tudo que você terá que fazer é apertar o play e um botão ou outro de vez em quando.

Resumindo, God of War é um jogo feito especialmente para essa juventude criada a leite com pera e ovomaltino. É extremamente simples, totalmente linear e sua maior dificuldade é escapar dos cutscenes…o jogo nasceu de uma proposta legal, mas mal localizada, se fosse um filme com certeza faria muito mais sucesso e agora ao invés de falarem sobre um filme dele estariam falando de um jogo dele, o que provavelmente sairia uma droga porque os jogos baseados em filmes assim o são em sua maioria, mas que tinha grandes chances de sucesso se fosse parar na mão de uma empresa competente.

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